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Eclipse – Saga Crepúsculo – Review

Ao  contrário do resto do país eu consegui assistir Eclipse tranquilamente numa ter-feira sem filas, sem fãs histéricas, com apenas umas 50 pessoas na sala do cinema-isso mesmo:  “pessoas”, e não aborrecetes histéricas gritando. Primeiro irei comentar os pontos positivos que achei do filme e depois como o resto do mundo irei falar dos pontos negativos.

Os outros personagens coadjuvantes tiveram um poquim mais de evolução, muito mais falas, a Alice como sempre continua linda e fofa-como diria o cidadão da propaganda “Ôôô lá em casa”. Um personagem que ganhou bastante destaque foi o Jasper que dessa vez descobrimos como o sugador de sangue pálido e com cara de dor virou vampiro.

Dessa vez a loira zanganda da Rosalie também falou mais do que os outros filmes e nos conta como virou vampira. Fiquei decepcionado com a participação da vilã do filme a ruiva destruidora de lares-que dessa vez nem estava tão destruidora de lares assim, impressionante como diretor do filme consegue acabar com a reputação até de uma vampira ruiva vagaba e deixa ela parecendo um cosplay EMO. Mas mesmo assim a Victoria recebe meu glorioso “Ôôô lá em casa”.

O pai da Bella faz um ou dois comentários engraçados, mas no geral se ele não aparece no filme não faria diferenç assim como Esme e Emmett, com participações totalmente inúteis, umas 5 falas no máximo.

Agora vamos ao comentários das coias absurdas do filme. Primeiro de novo a Bella so falta esfregar na cara do Eduard e o vampiro EMO maldito, diz que nã, que só depois do casamento-vampiro EMO do quinto dos inferno, vai fazer um pergunta dessa pra um vampiro de verdade Bella e não para um Vampiro que brilha igual purpurina no sol e ainda faz barulho igual a fada sininho.

Além de EMO, o Eduard é corno, pois tem uma cena que ele deixa o Jacob-lobisomem bombado ficar deitado de conchinha com a Bella para aquecer a coitadinha e o Eduard ainda diz que fica agradecido por ele estar ali e que eles poderiam ser amiguinhos, fazer o que.

Tudo isso é culpa da Stephenie Meyer, que é mormão e altamente conservadora, por isso que ele fez um filme aonde vampiros vão fofinhos, meigos, emos e aversos a sangue e sexo; os lobisomens são bondadões, totalmente depilados e não usam camisas e quando se transformam são cachorrinhos fofinhos e bonitinhos-santa paciência.

Agora vem a coisa mais absurda que já vi em toda a minha vida. Em todos os filmes, séries e lirvos de vampiros nunca, mas nunca mesmo eu vi uma morte de vampiro igual a morte mostrada em eclipse. Ao ter alguma parte do corpo decepada, ela congela, isso mesmo congela, tipo se você arancar a cabeça de algum vampiro, ela vai congelar, assim como o pescoço e ainda com direito a som do “crec”, parecia mais mortal kombat com o subzero congelando  o pov. Vamos analisar as mortes nos clássicos: Entrevista com Vampiro: sol e fogo; Blade (TRUE VAMPIRE) sol, espada do Blade, alho, arma de luz UV e detalhe se você cortasse a mo de uma vampiro ela crescia de novo; Buffy/Angel sol e estacas no coração, nem no livro ou nos outros dois filmes tinha essa história de congelar, James foi esquartejado e queimado no primeiro filme.

Como ficção é ficção e o mundo não é perfeito, vá assistir o filme e tire suas próprias conclusões, pois religião, futebol e filme de vampiro ninguém discute.

Rosalie

The A-Team – Esquadrão Classa A – Review

23/06/2010 1 comentário

Essa aqui é para matar saudades da nostálgia da velha e boa Sessão Aventura, que passava na Globo depois da Sessão da Tarde e antes da praga e infame da Malhação vir ao ar-bons tempos aqueles, que nossas tardes era recheadas de séries legais, ao invés de uma novela para aborrecentes irritantes e sem fim como a bosta da Malhação, estou falando do Esquadrão Classe que foi ao ar originalmente nos EUA na década de 80 pela NBC (83-87) e no Brasil pela primeira vez no SBT (84-86) e na Globo (91-92).

The A-Team 2010

Embora seja da minha época, eu não lembro muito bem da série, mas o filme de 2010 me surpreendeu, pois deixou de lado o velho jargão de apenas aventura e um roteiro policial batido para fazer um filme mais divertido de ver e com boas tomadas de ação. O roteiro do filme é baseado num grupo de elite que é acusado injustamente de um crime que não cometeram e tem que fugir da cadeia para provar sua inocência-tudo bem podem dizer que o roteiro não é original, mas o que salva o filme é o carisma individual de cada personagem, muito bom.

The A-Team: 1984 X 2010

Destaques para as loucuras do doido varrido do Murdock e pela atuação do Face (traduzido para “cara de pau” nas legendas). No geral é um bom filme que vai fazer você dar muita gargalhada e curtir as boas cenas de ação.

Prince of Persia: The Sands of Time – Review

Estou de volta agora com o review de um dos filmes mais fodasticos baseado em video game: Prince of Persia: The Sands of Time (Prince de Pérsia: As Areias do Tempo).

Eu pessoalmente só joguei, e muito poucos, dois dos jogos do Prince of Persia, o clássico antigão que rodava em apenas um disquete e a versão para PS3, essa última fiquei profundamente decepcionado com os gráficos que pareciam piores do que para o PS2, fora a dinãmica do jogo que não faz o meu estilo de jogar, não sou muito fã desses jogos estilo Tomb Raider com muito puzzle.

Prince of Persia versão clássica (esquerda) e versão para Ps3 (direita)

Acho que esse filme merecia uma versão 3D em virtude dos efeitos e tomadas dos saltos e pulos, muito show. A fotografia estava simplesmente d+, nota 1000. Achei algumas cenas parecidas com as tomadas de outro jogo da atual produtora da franquia (Ubisoft), Assassins Creed, principalmente nas cenas que temos do início do filme quando o personagem esta pulando as muralhas do castelo.

Assassins Creed PS3

O filme conta a história do príncipe Dastan (Jake Gyllenhaal), acreditem ou não mas ele é outro cidadão do Brokeback Mountain, coisas a parte, mas o cara dessa vez arrasou no papel, ficou muito parecido com o personagem do jogo.

Dastan foi adotado quando criança pelo rei da Persia e depois de adulto serve ao exercito do pai junto com seus outros dois irmãos. O exército de seu pai invade a cidade sagrada de Alamut, Dastan coloca as mãos acidentalmente num punhal que possui o poder de voltar no tempo e apenas quem estava segurando o punhal sabe o que aconteceu. Com a ajuda da princesa de Alamut, Tamina, Dastan deve impedir que o mundo seja consumido destruído pelas arreias do tempo que estão contido por uma ampulheta que está debaixo da cidade Alamut.

Não vou fazer muitos spoillers, pois esse é um filme fabuloso que deve ser apreciado com todas as surpresas do enredo.

Clash of the Titans – Fúria de Titãs – Review

23/06/2010 2 comentários

Galera, depois de zilhões de dias sem postar nada estou de volta e dessa vez vou fazer o review dos último filmes que vi.

Bem primeiro vamos contextualizar a, Clash of the Titans 2010 (Fúria de Titãs, aqui no Brazil) é um remake de um filme de 1981 com o mesmo nome, a história central é a mesma, Perseu (Sam Worthington, o Jake Sully de Avatar) numa batalha contra os deuses do Olimpo. Embora o filme possuísse versão em 3D, eu assisti em 2D.

No original de 1981, a guerra com os Deuses era por outros motivos, porém dessa vez a humanidade, cansada de idolatrar os deuses, para de fazer preces para Zeus e outros deuses e os desafiam destruindo suas estátuas pelo mundo a fora, fazendo com que Zeus e seu irmão Hades que governa o mundo subterrâneo (vulgo inferno) castiguem os humanos. Hades exige que a princesa Andrômeda seja sacrificada em 10 dias ou o monstro marinho Kraken ira destruir Argos.

O semi deus Perseu, filho de Zeus e uma mortal, tem seu pai morto por Hades, numa batalha com os humanos, que afundou o barco da sua família, Perseu é resgatado e levado até a cidade de Argos, onde é voluntário para salvar a princesa Andrômeda e destruir o monstro marinho, pois ele quer vingança pelo morte de seu pai.

Uma coisa que chega a ser irritante, talvez pela antipatia que adquiri do ator em Avatar, é o fato de Perseu não aceitar que é filho de Zeus e que possui habilidades que vão além dos mortais. Sendo que ele recusa uma espada dada pelo deuses alegando que vai derrotar Hades como um mortal.

O resto do filme é muito previsível e chato, com o núcleo de ação parecido com Percy Jackson e o Ladrão de Raios, ir atrás da cabeça da Medusa, ir no submundo, coisas altamente previsíveis juntamente com a arrogância e antipatia pelo personagem, esse foi um dos poucos filmes que eu desejei que a droga do personagem morresse no final, mas não morreu-maldito seja.

Achei o filme curto demais, sem surpresas durante a história, acho que poderiam ter feito um remake mais parecido com o filme de 1981 que tem o roteiro diferente do roteiro atual e os mesmo personagens.

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