Diablo III – Game Review
Finalmente depois de tanta espera (12 anos) o game mais celebrado e esperado por muitos em todos os tempos saiu. Diablo III quebrou todos os recordes de pré-venda, era algo absurdo que você via na Amazon o jogo em pré-venda sem previsão de entrega e as pessoas continuaram comprando apenas acreditando na Blizzard.
Eu joguei as duas versões anteriores e perdi a conta de quantos mouse tiveram seus clicks quebrados por conta disso, quando os mouse não tinham scroll e sim um terceiro botão no meio, eu tirava o click do meio para substituir o click quebrado. Para mim Diablo não foi apenas um jogo, mas como também muitas vezes me salvou de mim mesmo.
Na madrugada de 14 de maio para 15 de maio, eu estava entre milhares e até milhões de gamers esperando a Blizzard liberar os servidores para a gente jogar, eu comprei a versão digital do game para poder jogar antes, porém irei comprar a mega fodástica versão de colecionador e mostrarei ela aqui para vocês. Como o lançamento nos servidores da América seria às 00:00 PDT (GMT -7), eu comecei a lojar nos servidores da Ásia e Europa para testar o game, depois comecei a jogar de verdade nos servidores da América.
Um detalhe interessante e muito importante é que você precisa SEMPRE, digo SEMPRE mesmo estar conectado a Internet para jogar, mesmo que seja single player forever alone, mas você precisa de conexão (pelo menos por enquanto). Você poderá jogar em qualquer servidor Américas, Europa ou Ásia, porém cada rede é isolada, ou seja seu personagem mega fodástico cheio de skills e levelupeado no server das Américas não será visível se você quiser usar nos server da Europa ou Ásia.
Vamos às novidades do Game.
As classes de personagens, da esquerda pra direita, são:
- Witch Doctor: Classe nova, é um pseudo feiticeiro como o Necromancer (Diablo II), que usa magias para convocar os mortos para lutarem a seu favor e lançar pragas e venenos nos inimigos. Achei meio tosco, lento e caminha estranho além de ser feio pra caramba.
- Demon Hunter: Classe especialista em armas (bows e crossbows) e skills de longo alcance. Assemelha-se à Amazon de Diablo II e assimila alguns traços da Assassin de Diablo II LoD.
- Monk: Tem um modo de luta semelhante ao Paladin, apesar de não ser muito parecido com ele, como o Wizard com a Sorceress ou o Feiticeiro com o Necromancer.
- Wizard: Uma classe de magos focada em magias arcanas e elementais. É a classe que substitui a Sorceressneste game.
- Barbarian: Conhecida classe do game anterior da série, Diablo II LoD, o Bárbaro retorna em Diablo III com uma mudança em seu visual, que está com uma aparência mais velha e com muitas cicatrizes, referência as inúmeras batalhas que travou. Habilidades como Tornado (Whirlwind), que estavam presentes no último game, retornam nesse, assim como algumas skills novas que irão chegar.
Com qual jogar, cada jogador tem o seu preferido. Joguei Diablo II e LoD com o Necromancer, pois achava super estiloso, não era tão lento, mas tinha feitiços altamente do mau. Estou fazendo minha campanha com o Demon Hunter, mas já meio que me arrependi, podia ter pego um Wizard ou o tradicional Bárbaro, mas estou aprendendo a gostar do personagem pois ele tem algumas habilidades de fuga bem interessantes.
Um coisa totalmente diferente nesta versão do jogo é os Skills dos personagens para armas, O Demon Hunter por exemplos não pode usar certas armas, mesmo ele tendo os requisitos de força, destreza e etc para isso, ele não usa porque a classe de personagem não sabe usar, o Necromancer podia usar espadas de duas mãoes, escudas, machados, qualquer coisa, armas das outras classes, assim você podia ter um personagem porradeiro, mas agora, pelo menos é o que parece, você não pode usar certas armas e equipamentos.
O upgrade de seu baú, stash, continua caro. Inicialmente você tem 14 slots, cada arma ocupa 2 slots, assim você só pode guardar 7 armas, a compra de 14 slots extras custa 10.000 moedas de ouro. Então usar a velha tática de mula, crie personagem adicionais, você pode ter até 9 (se não me engano) e colocar as armas no corpo deles e no inventário, assim você tem bastante slots com custo zero e não perde nada. Quando você morre, depois do nível 10, você revive perto do último checkpoint com seu dinheiro e armas (10% mais gastas, porém vá no ferreiro e recupere) até o momento não é igual a Diablo II, que quando você morria você ressuscitava sem armas, armaduras e nem dinheiro e muitas vezes ainda tinhas que andar muito, já que não tinha aperto o portal da fase, para recuperar as armas que estavam junto da sua alma perto do mostro que te matou. Achei isso uma melhoria fantástica, pois muitas vezes dava pau no jogo ou faltava luz e babau para suas coisas.
Sim, todos os monstros continuam vivos e o mapa fechado nas fases que você já passou e depois que fechar o jogo e passar por lá novamente, inclusive algumas vezes o mapa esta até bem diferente, similar a Diablo II.
Outra coisa que melhoraram foi colocar um indicativo para onde você deve ir ou falar, pois em Diablo II você as vezes se perdia e não sabia o que fazer.
Outra mudança radical foi na evolução do personagem, em Diablo II você podia distribuir os pontos para as habilidades que você queria, ter um Bárbaro com força mil e inteligência 0, e definir a habilidade (skill) que você quisesse. Em Diablo III isso mudou, talvez para atrair mais jogadores ou não, o fato é que agora é tudo automático nas habilidades (força, destreza e etc), os skills você vai ganhando conforme o nível do seu personagem, aí você só escolhe qual usar.
Aconselho a quem nunca jogou a jogar, é um ótimo jogo custando apenas R$ 100,00 nas lojas no site da Blizzard. Tanto a versão digital quando a da caixinha tem opções de audio em português (na digital eu só vi a opção, não testei já que prefiro o original em inglês).
Depois faço mais review sobre o game e quando chegar a versão de colecionar posto fotos.
















