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Um Piauiense na Suécia – Parte 3 (Stockholm Cityhall ICSOC Reception 24/11/2009)

Continuando os eventos do post anterior (clique aqui para ler). Após o fim dos eventos da conferência na terça-feira (24/11/2009) teríamos o jantar de recepção na prefeitura de Estocolmo, no mesmo salão onde é realizado o jantar da premiação do Prêmio Nobel.

Ao entrarmos fomos direcionados ao ante salão da prefeitura, abaixo uma foto de quando as pessoas já tinham subido e eu era um dos últimos que faltavam entrar no salão principal.

Ao subir para o salão principal, havia comida e bebidas a vontade (água e vinho-nada de coca-cola, já estava em crise de abstinência). O salão principal tinha as paredes recobertas por mosaicos de ouro, milhões de pecinhas. A foto abaixo mostra uma visão do salão.

Após do início do jantar o prefeito de Estocolmo fez um discurso para todos-porra achei do caralho, pois o ICSOC teve prestígio o suficiente para arrastar o prefeito até lá. Na foto abaixo podemos ver a cara do cidadão.

Depois que comemos e bebemos bastante, fomos convidados a conhecer o interior da prefeitura. Um coisa interessante é que deixaram a gente entrar onde os políticos trabalham, onde acontecem as sessões com o prefeito e etc.. Como podemos ver na foto abaixo.

Após o final do jantar e passeio pelo interior da prefeitura, os ônibus levaram a gente de volta pra local conferência, Kista. Porém a droga o ônibus deixou a gente num lugar diferente de onde saímos, e lá estamos nós perdidos de novo e nada de placas em inglês. Depois de andarmos alguns minutos, conseguimos nos localizar e fomos pra estação do metro na Kista Galery. Pegamos o metro para a estação Husby, a mais próxima do nosso hotel. Ao sairmos da estação de Husby, nos perdemos mais uma vez, pois como era a noite, Nelson não reconhecia, então liguei o GPS para tentar nos achar, a droga demorou alguns minutos para pegar sinal, mas finalmente eles nos deu a direção certa. Um dos problemas com o GPS é que os mapas que ele possui, normalmente o nome das ruas é um pouco diferente do nome que a gente achava nas malditas placas escritas em suecos.

Chegamos no hotel sem muitos problemas, não pude sair para conhecer a noite de Estocolmo, pois tinha que terminar os detalhes do video para a minha apresentação da demonstração da ferramenta no noite de quarta-feira (25/11/2009) onde teriam 20 demonstrações ocorrendo no salão principal da conferência, além disso tinha os slides que eu já havia terminado durante o dia para a apresentação na quarta de manhã-isso mesmo senhora e senhores, eu iria apresentar um paper falando inglês “Joel Santana”. Outro coisa que me desanimou na noite terça-feira foi o resultado da seleção de doutorado da UFPE, na qual não fui aprovado, isso me abalou psicologicamente de uma maneira bem pertubadora, daí o desanimo, angustia e nervosismo tomoram conta de mim. Terminei o vídeo do DEMO lá pelas 4 da manhã, mas não consegui durmir, acho que consegui pegar no sono apenas lá pelas 06 da manhã. Tive que acordar quarta-feira cedinho, 07:35 para ir pro evento, estava uma pilha de nervo por ia apresentar o trabalho. Mas isso fica para o próximo post com os detalhes da quarta-feira dia 25/11/2009.

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Um Piauiense na Suécia – Parte 2 (ICSOC 2009 24/11/2009)

Pessoal, mais um vez peço desculpas pela demora nos posts, mas vamos lá aos updates da viagem à Suécia.

Como cheguei na seguda-feira de noite do dia 23/11/2009, perdi o primeiro dia da conferência, mas a vantagem é que o Nelson, meu orientador que chegou no domingo, já sabia como chegar no local da conferência. Inicialmente, na segunda, ele tentou ir à pé e acabou se perdendo e voltou para o ponto de partida e foi de metro (sendo que depois ele soube que estava bem pertinho do prédio onde aconteceu os workshops). Desta forma na terça de manha foi tranqüilo chegar na conferência, apenas com um pequeno empecilho no metro, pois Nelson comprou na Aeroporto um cartão com validade de 7 dias para andar quantas vezes quisesse de metro e eu não compri, pois eu tinha planejado ir de ônibus para a conferência e não de metro, em todas as paradas de ônibus de Estocolmo existe uma máquina para vender bilhete e você paga com cartão de crédito. Então tentei usar as da estação do metro para comprar meu bilhete usando cartão de crédito, depois de brigar com a máquina várias vezes consegui mudar o idioma de sueco para inglês e comprei o bilhete. A estação usa catracas com leitor de tarja magnética e meu ticket não tinha tarja, tentei passar o código de barra e nada, tentei umas três vezes e a droga do funcionário da estação só olhando pra mim, mas não disse nada-dai tive a primeira impressão que a porra dos suecos não ajudam ninguém, nada de hospitalidade ou compaixão. Como vi que ninguém ia me ajudar, já que as pessoas passavam por mim e não diziam nada, acabamos comprando outro ticket com o cara da estação, mesmo assim ele não disse nada sobre o ticket que comprei na máquina. Um detalhe que acabei descobrindo é que não existem muitas placas em inglês na suécia, nesta estação não tinha nenhuma.

Resolvido o problema de como entrar na estação, pegamos o metro e uma estação depois estávamos na estação de Kista (pronuncia-se “Xista” em sueco), que ficava dentro de uma galeria. Kista é tipo o “Porto Digital“, ou como Palo Alto nos EUA, um conglomerado de empresas de tecnologia juntamos com universidades. O workshop que tínhamos que assistir era num lugar diferente do lugar onde o Nelson tinha assistido à primeira sessão do workshop e estamos perdidos de novo, mas olhando o mapa conseguimos encontrar o lugar do evento, o prédio principal onde estava sendo realizado a recepção do evento. Para minha surpresa e facilidade o meu crachá era o primeiro do monte dos “J” e disse usando um inglês Joel Santana: “Oh yes, it’s me right here…” a mocinha sorriu e falou com um sotaque sueco maldito, mais parece alemão, “really, it’s you, so easily to locate”.

Após pegar a bolsa do evento e meu crachá, estávamos perdidos mais uma vez, pois o prédio do workshop era em outro lugar, perguntamos à mocinha da mesa de inscrição onde era, ela nos disse que teriamos que sair do prédio, dobrar a direito e depois a esquerda na rua $#@$#@$# Gatan (Gatan em sueco é rua, todas as ruas terminam com gatan, e.x. vasagatan), mais não entendemos a droga do nome da rua e saímos andando, o legal era ver que tinha um monte de gente perdida também. Encontramos um grupo de alemães que iam para o mesmo prédio que a gente e também estavam perdido e como falei antes, nada de placas indicativas em inglês. Encontrei um sueco que perguntou para onde eu estava indo, “I’m going to MONA workshop, on KTH Campus at Room 432″, ele disse que estava indo para lá também que a gente follow ele. A foto abaixo mostra o prédio da universidade KTH de Kista.

Um prédio muito bonito, conseguimos chegar no workshop e tinha uma italiano apresentando um trabalho muito interessante, mas depois o nível dos workshop caiu. Uma coisa interessante foi no meu de uma das apresentações entrou um cara do suporte e interrompeu a apresentação, falando em sueco, no inicio pensamos que ele era doido, a chair do workshop mostrou-se irritada fazendo cara feio mas o cara não tava nem ai e continuou falando e depois saiu. Depois ele voltou e saiu distribuindo folhas para todo mundo, que inicialmente pensei que o cara era realmente doido, mas ele era do suporte e estava dando login e senha para a gente acessar a rede sem fio do evento.

Quando terminou o workshop voltamos pro o centro de convenções Electrumsalen, onde seria realizado a abertura oficial do evento e onde tinha o almoço de grátis para a gente. O almoço não foi nada assustador, salmão. Abaixo uma foto do interior do centro de convenções.

A abertura da conferência foi legal, teve alguns painéis durante a tarde, os coffebreaks eram bons com sanduíches, bolinhos, pães, frutas, café, chá, aguá, sucos, etc.. A foto de um dos painéis pode ser vista abaixo.

Após o encerramento dos painéis, 18:00, a conferência iria disponibilizar ônibus para levar todo mundo ao jantar de recepção na prefeitura, no mesmo salão onde é realizar o jantar de premiação do Prêmio Nobel e essa história será contada no próximo post.

Um Piauiense na Suécia – Parte 1 (Recife-Stockholm)

Galera, em primeiro lugar peço desculpas pelos reviews atrasados, prometo que quando voltar irei colocar em dia. Bem vamos falar da minha jornada para Estocolmo, na Suécia.

Tirar o passaporte foi fácil e rápido, só foi caro. Fiz a solicitação pela internet e agendei a verificação presenial no posto do Aeroporto dos Guararapes, em Boa Viagem. Na semana que antecedeu a minha viagem foi um pouco sufocado, por causa do trabalho na UFPE, pois tinha que preparar os últimos detalhes para a apresentação, corrigir alguns bugs. Deixei para comprar euros e pegar a declaração de saída de bens da receita federal apenas no dia do vôo. Quase esqueci do seguro viagem, fiz na sexta-feira 20/11/2009 em cima da hora, a STB já estava fechando.

Para chegar na Suécia, tive que passar por Lisboa em Portugal. Então sai de Recife no TAP 0152 às 23:50 do domingo 22/11/2009, sai de casa às 20:30, pois a receita federal só funcionava até as 22:00. Tinha que declarar a saída do notebook para a receita não cobrar imposto de importação na volta. A declaração foi tranqüila, depois fui comprar euros para viagem, a compra foi tranqüila, mas fiquei triste por soube que iria perder 30 centavos de real se eu não gastasse tudo e tivesse que trocar por reais na volta.

O embarque foi tranqüilo, passei pelo guichê da Policia Federal, mas o cara só fez olhar pro passaporte e para minha cara, e mandou e seguir. O vôo da TAP chegou antes do previsto por volta das 23:20. O tempo de vôo Recife-Lisboa foi mais de 6 7 horas, cheguei às 10:00 no horário de Lisboa (3 horas a mias que Recife). O vôo foi legal, a aeronave era um Airbus A330, peguei um acento do corredor, e um italiano miserável passou a noite roncado do meu lado. O serviço de bordo foi legal, serviram o jantar e café da manhã. Sinceramente não sei o que é pior se o sotaque pernambucano ou o portugues-acho que fico com o portugues. O bom era que você não se sentia tão deslocado em questão da língua.

No desembarque em Lisboa tive que passar pelo imigração, pensei que ira ser problemático, tipo o terrorismo que vemos nos filmes, um interrogatório sem fim. Inicialmente tinha um oficial falando que passaportes brasileiros iriam para uma fila referente ao países de língua portuguesa, chegando minha vez eu entreguei o passaporte e o ticket da conexão para a Suécia, ele só me perguntou quando tempo eu iria ficar na Suécia e qual era o motivo da viagem e nada mais, não pedia para ver reserva de hotel e nem perguntou se eu tinha cartão de crédito internacional ou se estava com euros. Esperei das 10:30 até 12:30 o meu vôo para Estolcomo, novamente de TAP no TP 0512. Foram mais 5 horas de vôo até a Suécia, cheguei às 18:30 (GMT +1) no dia 23 horário de local. O aeroporto de Arlanda é gigante, desembarquei no terminal 5, ao sair do avião foi seguindo as pessoas que desembarcaram, pois uma das coisas ruins da Suécia é a falta de placas em inglês, no aeroporto tem algumas com as coisas básicas. Segui umas pessoas que estavam no mesmo vôo que eu e cheguei à esteira de bagagem rezando para a TAP não ter perdido minha mala. Depois de uns 15 minutos esperando peguei minha mala, nesse 15 minutos não ouvi uma única palavra em inglês. Tinha uma morena gostosa do meu lado que inicialmente pensei ser espanhola, mas o diabo era brasileira, de Natal, ouvi ela falando e descobrir que ela morava em Estocolmo e era casada com um sueco rico maldito.

Não foi preciso passar mais pela alfândega da Suécia, desembarcando resolvi me aventurar no sistema de transporte público sueco, antes de sair do Brasil eu achei o site da companhia de transito e fiz minha rota do aeroporto até o hotel pegando dois ônibus, pois o aeroporto fica em Arlanda, fora de Estocolmo e o táxi sai por uns 45 euros, como eu já tinha comprado o ticket via internet do ônibus que fazia a rota aeroporto-estolcomo, tive que comprar outro ticket para mais um ônibus, dai tive que usar meu inglês “Joel Santana” para conversar com a mulher das informações. Como demorei na bagagem o último ônibus que fazia o trajeto para a estação que eu tinha planejado a viagem, já tinha saído e aí fiquei entre a cruz e a espada:ia de táxi ou me aventurava no metrô, perguntei para um funcionário do aeroporto se ainda tinha outro ônibus para a minha estação, ele disse que o último saia às 18:00, mas que eu podia pegar outro ônibus para a estação central e dela para a estação perto do hotel, resolvi me aventurar, peguei o ônibus abaixo da foto-quase esqueci de falar sobre o frio, me decepcionei com os 6 graus, não estava tão frio como pensei.

Chegando na estação central, sem muitas placas em inglês, apenas no maldito sueco. Não encontrei um balcão de informações com um ser humano para eu perguntar como chegar na minha estação, descobri que não aceitam pagamento eu euro, e como não troquei os meus euros por coroas suecas, não pude acessar a internet para ver como chegar no meu hotel, ai decidi para de aventurar já que não queria passar a noite perdido e desisti de acessar a internet. Peguei um táxi para meu hotel, acabei pagando 330 koras, cerca de 33 euros no táxi, mas cheguei em segurança.

Próximo post falarei qual as primeiras impressões sobre Estocolmo e postarei fotos da cidade e do congresso que estou participando ICSOC.

Smallvile S09E08 – Idol – Review

Pessoal, estou com uma semana de reviews atrasados, peço desculpas pelo acontecido mas essa semana foi foda, passei a semana toda correndo atrás dos preparativos para minha viagem à Suécia (irei fazer outros posts sobre esta saga, aguardem). Mas aqui estou para fazer o review das sérias da semana passada.

O episódio Idel S09E09 de Smallville começou me enganando-porra finalmente estava feliz pensando que o Clark tinha a Lois, mais mostrou-se ser mais umas da visões do futuro que a Lois viveu e não lembra.

Quase cai da cabei quando ouvi “Power Twins Activate”, puta que pariu “Super Gêmeos Ativar…”, percebi que era mais um episódio que eles estavam apelando já que a história estava enrolada. Mas gostei foi bom ver os piralhos em ação, mas esperava pelo macaco também, srsrsrs.

Como o título do episódio já diz (Idol), para para Zan e Jayna, o “Borrão” é um ídolo e fazem de tudo para ajudar, mas como sempre adolescente + super poder = fazer merda. Eles acabam atrapalhando o trabalho de CK, que acaba levando a culpa por um apagão que os gêmeos causaram e um promotor começa a perseguir o CK e vai na TV dizer para ele se mostrar.

CK localiza os gêmeos e os deixa sob os cuidados da Cloe na “Torre da Vigilância”. Engraçado como a Cloe ameaça os muleques, dizendo que vai acabar com a vida deles apagando qualquer traço da existência virtual deles: emails, blog, twitter, facebook.

Enquanto isso a Lois procura uma terapeuta para se tratar. Engraçado quando ela encontra uma cliente da terapeuta dela na sala de esperar e diz que vai poupar tempo e dinheiro da mulher e fala que “.. a culpa é de seus país”-a grande conclusão dos terapeutas. Durante uma conversa do Borrão e da Lois, o disfarçado da foz do CK falha e a Lois reconhece a foz dele. Ela fica feliz e acha que os problemas delas se resolveram, pois os dois homens que ela estava dividida são o mesmo.

No final quando CK salva a Lois de cair de cima do planeta diário, o orelhão toca e ela fala com o “Borrão” enquanto o CK estava na frente dela-lógica que era a Cloe salvando a pela do CK mais uma vez.

No finalzinho do episódio foi muito massa, quando o CK mostra pra Lois seu óculos fundo de garrafa e ela diz que gosta e tal, mas o mais massa mesmo foi ver ela mostrando o ar de mulher decidida e que sabe o que quer quando, premeditadamente, chuta o monte de jornal para perto do Clark e sob neles, para ficar na mesma altura, e lhe tascar um beijão. Mas o beijo é tão violento que ela tem um colapso devido às memórias que vieram a tona e desmaia.

V S01E02 – There Is No Normal Anymore – Review

12/11/2009 Xjulio 1 comentário

O episódio de V (2009) exibido na última terça 10/11/2009: There Is No Normal Anymore, começa exatamente onde terminou o episódio da semana passada (veja aqui), com o padre Jack e Erica, que após fugirem do armazém onde os V’s mataram todos os que estavam presentes, decidem que eles devem continuar o que os outros estavam tentando fazer: construir uma resistência contra os alienígenas.

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A intenção dos V’s nesta semana é estabelecer laços diplomáticos com todos os países do mundo, para que eles consigam visto e possam viajar por estes países-realmente me pergunto para que eles querem tirar visto, porra eles têm nave espacial e ainda querem viajar de avião terrestre! tosco.

Entanto isso Chad (Scot Wolf) promove um debate sobre a presença dos V’s-ele parece de mais com o Michael J Fox (aquele de volta para o futuro). Ele ficou indignado quando entrevistou Ana, a lider dos V’s, e ela não deixou ele perguntar nada negativo. Dessa vez com o debate ele quis expor para o povo os dois lados da moeda.

Enquanto isso Tyler, o filho de Erica, após ter se alistado no programa embaixador da paz sem a mãe saber no último episódio, esta cada vez mais vidrado na V Lisa (Laura Vandervoort-a loira Kara de Smallville, prima do Clark). Mas o pentelho acaba fazendo merda, como embaixador da paz dos V’s ele acaba se metendo em numa briga para defender o amigo dos protestantes anti V’s. Lisa diz que o conselho vai expulsá-lo.

Ryan, um dos V’s que já estavam na Terra antes da nave mãe chegar e renegado, vai procurar outro V para cuidar de seu braço. Angelo cuida do braço de Ryan mas no processo droga-o para poder fugir e avisa Ryan que deve fazer o mesmo.

Erica está investigando o sumiço de seu parceiro Dale, que era um V e foi morto por ela no armazém, mas o V’s mandaram uma equipe para limpar o armazém. Quando Erica retorna ao armazém não encontra nenhuma pista. O episódio termina na nave mãe V mostrando o corpo de Dale abrindo os olhos e acordando-será que precisa cortar a cabeça fora para poder matar um V?

The Big Bang Theory S03E07 – The Guitarist Amplification – Review

12/11/2009 Xjulio 1 comentário

Mais um episódio fantástico de The Big Bang Theory S03E07 – The Guitarist Amplification.

bigbangtheory

O episódio exibido na última segunda-feira nos EUA, 09/11/2009, mostra Penny e Leonard discutindo porque Penny convidou um guitarrista amigo dela para dormir por algumas semanas no seu sofá, Leonard mais uma vez entra em parafuso com medo de levar chifre, já que segundo a Penny eles “já se pegaram” no passado. Penny fica indignada pois Leornard chamou ela de estúpida, mas Leonard disse que a idéia era estúpida e que ela decidiu sozinha sem falar com ele.

As constantes discussões dos dois faz com que Sheldon lembre na sua infância, onde seus pais brigavam constantemente. Ele vai no restaurante de Penny pedir para que ela peça desculpas a Leonard, mas ela diz que não vai. Sheldon diz que ela deve relevar pois tem muitas coisas que ela fez e Leonard a perdoou, ela fica indignada mais uma vez e diz pra Sheldon que Leonard deve morrer.

No apartamento deles Sheldon pede para Leonard pedir desculpas para Penny, que chega e os dois acabam discutindo de novo, porque Sheldon disse a Penny que Leonard não gostava de seus bichinhos de pelúcia e nem da forma que Penny dirigia. Sheldon não aguenta os dois brigando e foge de casa. Primeira ele tenta a casa do Raj, mas encontra Raj e seus pais discutindo pela internet. Depois ela vai na casa do Howard e depois que toca a campainha, escuta Howard e a mãe discutindo sobre quem vai atender a porta e foge novamente.

Penny e Leonard decidem sair a procura de Sheldon e acabam encontrando ele na loja de quadrinhos do Stuart. Particularmente achei que foi a melhor cena do episódio a resolução do problema, Penny e Leonard conseguem convencer Sheldon a voltar pra casa e prometem para de brigar. Penny promete para Sheldon um robozinho, e Leonard (falando igual a todo pai, diz que ele vai brincar só dois dias com o robô e depois vai esquecer) e Penny com a cara ruim diz para ele comprar. No final do episódio mostrar Penny e Leonard dormindo na casa de Penny e o guitarrista dormindo no sofá de Sheldon.

Heroes S04E08 – Shadowboxing – Review

Hereoes S04E08 (Shadowboxing) possui 3 focos de ação, ao contrária do episódio da semana passada (veja aqui o review) que foi focado quase que 100% em cima do Hiro.

Heroes

A primeiro e mais importante história é batalha psicológica entre Sylar e Parkman, que teve seu corpo dominado pela consciência assassina de Sylar-isso aconteceu quando Parkman apagou a memória de Sylar. Sylar, no corpo de Parkman, pretende ir a New York, pois a última coisa que ele se lembra é de Peter lhe dando uma injeção e ele quer saber o que aconteceu depois e recuperar seu corpo de volta e matar todos os envolvidos. Parkman consegue com que Sylar seja preso no aeroporto por estar portando uma arma, Sylar tenta usar a telepatia de Parkman, mas não consegue. Ele consegue sair da confusão e vai de carro. Mais uma vez Parkman sabota Sylar furando o pneu do carro forçando-o a parar e pedir ajuda. Sylar mata o cara do reboque e diz que se Parkman não pará de sabotá-lo irá continuar matando a sangue frio, pois assim na realidade que vai estar matando será o corpo de Parkman. Eles param no meio do caminho no mesmo bar onde Sylar tentou matar a Charlie no episódio passado. Mais uma vez os dois discutem e Sylar diz que se Parkman não falar o que aconteceu com ele irá matar a garçonete, Parkman concorda e conta o que aconteceu com ele. Quando Sylar sai do bar encontra a polícia do lado de fora esperando por ele, pois Parkman fez com que ele escrevesse no guardanapo que ele tinha uma arma e ia matar a todos. Parkman finalmente faz alguma coisa de bom-pois ele só faz merda em todos os episódios. Ele faz Sylar simular que está com uma arma e que pretende usá-lo a polícia não pensa e mete bala nele-mas o pior que eu tenho certeza que o desgraçado vai escapar, por o Sylar não ia morrer tão facilmente e se tivesse de morrer ja tinha morrido a muito tempo, eu pessoalmente acho que ele já deu o que tinha de dar, está ficando sem graça, tinha que ter morrido no final da primeira temporada e não ter ressuscitado.

A outra história mostra o EMO do Peter Petrelli usando seus novos poderes para curar os feridos de um acidente-porra cara tenho saudade daquele Peter do DarkSide com a cicatriz no rosto do futuro que apareceu na primeira temporada que era fodão, todo poderoso e com zilhões de poderes. Ele percebe que toda vez que usa seu poder ele fica mais fraco, pois tem que fazer um esforço enorme para curar as pessoas-na minha opnião a participação do Peter nessa temporada foi completamente inútil, sem remover ele não vai fazer nenhum falta. Nesse meio tempo Emma começa a ajudar os feridos. Outra inútil que até agora não fez nada de interessante-no dia que ela abriu uma rachadura no apartamento dela com seu poder, até fiquei feliz porque pensei que o poder dela não era tão inútil. Parece que ela deixou de ser médica porque ficou surda, bem que o Peter podia usar o poder de cura dele para resolver o problema da moça.

Samuel vai visitar Claire Bennet depois dela escapar da armadilha de Becky. Ele afirma que Becky não queria machucar Gretchen e nem Claire, mas sim o pai dela que foi o responsável pela morte do pai de Becky, fato esse que a deixa profundamente perturbada e que quando soube que Bennett tinha uma filha queria fazer com ela sofresse o mesmo que ela sentiu quando perdeu seu pai. Lógico que Samuel estava só tentando manipular psicologicamente a Claire para fazer com que ela se junte a ele. Bennet chega e prende Samuel e quando esta transportando ele, Becky aparece e tenta matar Bennet, mas Samuel consegue impedir Becky e consegue fugir. Quando ele retorna pro circo recebe a notícia que Sylar foi embora-na verdade ele acordo com Nathan Petrelli e saiu voando. A última cena do episódio mostra ele indo no apartamento de Peter e dizendo que está com problemas.

Californication S03E07 – So Here’s the Thing – Review

No episódio exibido no último domingo nos EUA, Hank decide terminar seus relacionamentos com o intuito de se preparar para Karen.

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Ele começa tentando terminar com a aluno dele, que também é stripper. A moça fica um pouco puta porque ele está acabando com o “lance” deles, mas diz que eles devem agir como adultos e tal, e resolve pagar um boquete no Hank, mas quando ela se abaixa para abrir o ziper de Hank o reitor entra na sala, mas a moça consegue desdobrar o reitor dizendo que eles estavam ensaiando um romance e que Hank não fazia o tipo dela, mas sim o reitor-lógico que era só para livrar a cara do Hank.

Depois Hank tenta terminar com sua assistente Felicia durante um almoço num restaurante italiano. Antes do Hank falar, Felicia reconhece seu ex-namorado que terminou com ela justamente num restaurante italiano, ele está ali justamente jantando com a atual noiva dele. Hank sai em defesa da honra de Felicia e vai na mesa do casal dizer pro cara que ele está com DST e que o cara deve procurar um médico pois ele também deve está já que eles transaram, a noiva do cara fica puta e vai embora.

Por fim, Hank tenta cortar relações com a mulher do reitor que está doida para dar para Hank. Quando ele chaga na casa dela, ela está bêbada e que está atrasada para um compromisso e que não quer mais nada com Hank, já que a mulher dele voltou e tal. No fins da contas a mulher do reitor pretender meter uns chifres violentos com reitor com outro escritor, mas Hank pega ela no colo e leva ela pra cima, diz que se ele pretende botar umas “gaias” no reitor que seja com ele e não com um escritor de meia tigela projeto inacabado dele.

No fim do dia quando Hank volta pra casa encontra Becca dando abrigo para Chelsea e o namorado transarem no quarto dela, Hank fica puto e expulsa os dois de casa e tenta dar um sermão na filha, mas Becca deixa ele falando sozinho.

Dexter S04E07 – Slack Tide – Review

Mais uma estreia de seriado a ser comentado aqui, desta vez é uma das melhores séries de todos os tempos (na minha opinião).

Dexter é um seriado genial, pois consegui fazer com um serial killer seja o “mocinho” da história. De dia, Dexter é um pacato analisador de sangue que trabalha no Departamento de Polícia de Miami. Tem uma bela esposa (mas no início era namorada, ele casou na terceira temprada) e dois adoráveis enteados. À noite, Dexter é um assassino serial sangue-frio que mata e fatia em pedaços outros assassinos seriais. Isso mesmo, Dexter captura assassinos que a Justiça não conseguiu prender e os tira definitivamente de circulação.

DEXTER-Season-4-Poster

A quarta temporada tem mostrada episódios fantásticos, ao contrário da terceira que me deixou bastante preocupado com o futuro da série.

O episódio do último domingo: “Slack Tide”, continuando mostrando como Dexter se divide nos papéis de serial killer, investigador forense e homem de família. Ele até chega a pedir conselhos para Arthur, outro serial killer chamado Trinity (John Lithgow), que devido ao seu estilo de vida (homem da família) nunca foi pego nos seus mais de 30 anos de carreira.

Debra ao trabalho depois de algumas semanas de licença. Dexter encontra um cartão da reporter namorada do Quinn, ela quer entrevistar a Debra. Na delegacia Dexter fala com a reporter e pede para ela se afastar da irmã dele, pois ela sofreu um grande trauma-foi impressionante como Dexter falou isso para ela, parecia mais uma ameça de morte. Quinn ouve a conversa a vai querer tirar satisfações com Dexter, mas esse também leva uma dura do Dexter que diz para a namorada dele ficar longe da irmã do cara que viu ele roubando dinheiro de uma cena de crime-acho que o Dexter acabou de ganhar outro inimigo como o sargento Doakes, que vai acabar morrendo. Quinn ficou intrigado quando Debra disse que iria se mudar para o apartamento de seu irmão, pois ele desocupou a pouco tempo.

Dexter é chamando à uma cena de crime, onde foi achado um braço humano dentro de um jacaré. O corpo é identificado como sendo de uma modelo que está ilegal no país. A investigação aponta para um fotógrafo que fez uma sessão de fotos com a modelo antes dela sumir e ainda descobrem que existem outras modelos desaparecidas. Dexter ver a oportunidade perfeita para um pouco de ação, ele investiga o estúdio do fotógrafo e acha DNA da vitima e decide matar o fotógrafo.

A alucinação do Harry, diz para Dexter matar Trinity, mas Dexter diz que quer aprender mais com ele, como seu um bom pai e marido. Uma das cenas engraçadas, cheia de humor negro do Dexter é quando ele Arthur estão na vão e Dexter pensa: “era uma vez dois serial killer numa vã, por que sinto que apenas um deles vai voltar com vida”. Achei o Trinity muito mulherzinha quando ele atropelou o viado e não quiz matá-lo para aliviar seu sofrimento, até o Harry tirou onde “..mas ela não tem coragem de matar o Bambi”.

Dexter sai a procura do fotógrafo e descobre que Quinn está no seu encalço, ele consegue se livrar do Quinn, mas não consegue pegar o fotógrafo. No fim de semana quando ele sai para acampar com o enteado, ele dar uma escapada no meio da madrugada e mata o fotógrafo, depois joga seus corpo todo esquartejado nas correntes marítimas. Quando chega na segunda-feira na delegacia descobre que o seu departamento estava com o assistente do fotógrafo preso pelo assassinato das modelos, que eles acharam provas e uma gravação que mostrava ele matando as moças, logo Dexter descobre que matou um inocente.

Bones S05E06 – The Tough Man in the Tender Chicken – Review

Estreio hoje uma série de reviews sobre Bones, uma dos melhores dramas policiais que já acompanhei na minha vida de seriados. Bones consegue ser diferente porque foge da formula tradicional dos seriados policiais como todas os CSI’s (Las Vegas, Miami, New York e sei quantos outros), Desaparecidos (Without a Trace), Arquivo Morto (Cold Case), entre outras. O diferencial em Bones, é que eles conseguiram introduzir um elemento diferencial no seriado, humor, mas não um humor exagerado ou meio tosco (como Monk-perdão para quem gosta, mas eu particularmente acho o Monk sem graça e para não ser xingado por ninguém vou parar por aqui), cada personagem da série de certo modo é especial, é como se fosse um conjunto de engrenagens, onde cada um tem seu papel e juntos formam um todo.

Bones Season 3 Cast

Elenco da terceira tempora de Bones

Bones é estralado pela antropóloga forense Dra. Temperance “Bones” Brennan (Emily Deschanel) e o agente especial do FBI Seeley Booth (David Boreanaz), o nosso bom e velho amigo Angel (dos seriados Angel e Buffy). O seriado gira em torno da resolução de assassinatos onde envolve fazer autópsia em restos mortais, ossos. Além disso seriado mostra a relação de amizade entre os personagens como uma indicação que Bonnes e Booth está se apaixonando um pelo outro (cada vez mais presente da parte de ambos), assim como foca da vida dos outros personagens como Hodgins (T. J. Thyne) e Angela (Michaela Conlin) entre outros.

Bones

Vamos ao review do episódio da semana passada, exibido nos EUA no dia 05/11/2009.

O sexto episódio da quinta temporada: The Tough Man in the Tender Chicken, começa com um corpo sendo no Jeffersonian pelas Woodchucks, espécie de um grupo de escoteiras mirins antropólogas que são fãs de Dra. Brennan. Após Angela fazer a reconstrução facial, o rosto mostra ser parecido com um frango, o que leva Hodgins a teorizar que trata-se de uma experiência secreta para criar super soldados misturando DNA humano com animal, mas esta hipótese é descarta por Booth, que envia a foto para DARPA, pois eles tinham um soldado desaparecido-um dos diálogos interessantes é quando Booth está falando com o cara da DARPA e ele pergunta se o soldado se parece com algum animal e o cara diz que sim, mas seria com um buldogue. Booth acaba descobrindo que o cara é dono de uma cadeia de lojas de frangos e que tem o rosto daquele jeito por causa da inalação dos gases e todas as desgraças possíveis de ser trabalhar mais de 20 anos num matadouro.

Angela continua com seu jejum por sexo (6 meses) e procurar Hodgins para dizer que está pensando em acabar logo com o seu jejum, Hodgins da uma de idiota e diz que não quer ser aquele com quem ela deve quebrar o jejum, quando Angela sai da sala dele meio sem graça ela diz que só estava avisando ele-mas na verdade ela queria dizer? “se você não quer, vou dar pra outro..”.

Brennan e Angela acabam discutindo, pois Angela quer U$ 1,500.00 para salvar um porquinho da morte e Brennan com seu certíssimo costumeiro, diz que é apenas um porco e que salvá-lo não faz diferença. Mas quem se dar bem nessa história é Wendall (Michael Terry), o estagiário maldito ajuda a Angela com U$ 45.00 e ela tasca um beijasso nele. Durante o resto no episódio eles ficam estranhos e Booth desconfia que os dois estão tendo um caso escondido.

Booth e Brennan acabam descobrindo quem foi o responsável pela morte do dono da loja de frangos. Booth aconselha Brennan a deixar que a Angela ganhe a disputa do porquinho e que ela ajude com a causa.

Episódio normal, admito que sinto falta do Dr. Zac que fazia as coisas serem bem interessantes, ele lembrava o Sheldon de The Big Bang Theory, da para assistir sem prejuízo para o trama central dessa temporada que a perda de memória do Booth e o possível envolvimento amoroso entre Booth e Bones.